25 abril 2011
Finalmente!
09 outubro 2010
Pretendendo contribuir para a elevação cultural do blogue dos blogues, deixo aqui uma proposta musical de forma a minorar a javardice reinante.
Munford & Sons
Banda de folk rock constituida por Marcus Mumford, Winston Marshall, Ben Lovet e Ted Dwane. Formada em finais de 2007 teve a sua origem na cena folk da cidade de Londres. O album de estreia, "Sigh no More", foi lançado no Reino Unido em Outubro de 2009 e nos EUA em Fevereiro de 2010, sobressaindo do lote de excelentes canções este "Little Lion Man".
20 março 2010
19 março 2010
16 março 2010
A PRIMEIRA BANDA DE ROCK AGRÍCOLA

Gabam-se de ser a primeira banda rock agrícola e são caso único a cantar em mirandês subsídios agrícolas e tractores com acordes do mais puro rock da pesada.
"Surrealistas" é dos epítetos com que já foram brindados o que mais agrada aos Pica Tumilho, cinco jovens mirandeses que há doze anos criaram uma banda em homenagem à agricultura.
Numa altura em que "a lavoura estás de rastos" e "os fundos da CEE foram bem (mal) gastos", dois engenheiros, um enfermeiro, um estudante e um professor querem mostrar que os rurais têm futuro e dar uma "alma nova à abandonada agricultura".
Dos cinco, apenas um permanece na terra, Sendim, no concelho de Miranda do Douro, mas garantem que, ao contrário de outros que saíram da região para trabalhar e estudar, "não somos daqueles que abandonam a agricultura".
Em pouco mais de um década já granjearam um clube de fãs- "Os Picanços"- embora ainda algo reduzido ao Nordeste Rural, e conseguiram transpor as fronteiras da região com concertos na Mealhada , Viseu, Leiria, Braga, Lamego e por aí fora.
Têm em bandas como os AC/DC as referências sonoras e nas samarras, bonés, jaquetas espalhadouras, motores de rega e outros instrumentos agrícolas a indumentária, uma mistura exótica que é imagem de marca do Pica Tumilho
Emílio é o criativo da banda que traduz em cómicas letras "o quotidiano e a essência do povo" exaltados na guitarra de Pedro, nas teclas de Bruno, na bateria de César e no baixo de Nicolau, com ainda a melodia da tradicional gaita de foles.
A mistura resulta num "hard rock etnográfico" registado já em dois CD com temas de crítica social aos projectos agrícolas e peripécias da lavoura.
As históricas que cantam têm como figura central um casal apaixonado, Florinda e Alfredo, símbolos do "amor agrícola à luz da candeia".
A história dos Pica Tumilho começou com um desafio lançado pela tia de um dos elementos para escreverem uma letra em mirandês para um festival regional, em que "arrecadaram todos os prémios".
Já cantavam a língua mirandesa antes mesmo de ser elevada à categoria de segunda oficial de Portugal e foram buscar o nome às raízes de uma prática ancestral agrícola de aproveitar plantas para fazer fertilizante.
"Não queremos ser só cómicos" garantem, assumindo-se como "músicos de intervenção" que encontraram numa fórmula antiga a melhor maneira de abordar coisas sérias: "à gargalhada".
Independentemente do repertório, a atenção do pública está garantida, seja pela surpresa de ver irromper entre a plateia um tractor, gigantes cabeças de burro insufláveis a erguerem-se no palco ou motores de rega a dispararem fogo de artificio.
"Ás vezes, podemos parar de cantar que nem notam", dizem eles, que ao contrário dos caprichos dos artistas famosos, pedem apenas para cada espectáculo o respectivo tractor e fardos de palha.
"Respiramos agricultura", insistem e é por isso que fazem do palco um quintal para interpretarem e representarem letras como "A Agricultura é a Minha Loucura" convictos de que "A Lavoura é Futuro".
Depois de uma sachola autografada, querem agora passar a brindar o público com uma generosa pipa de vinho, para a qual procuram ainda um patrocínio de uma cooperativa qualquer.
in Diário de Notícias | 15 de Março de 2010
24 fevereiro 2010
Zéquinha
Fez ontem mais um ano que morreu o Zeca.
Zeca Afonso vai para Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano no Liceu D. João III. Em 1958, José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra". Grava também, mais tarde, "Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa" (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) se torna um dos símbolos de resistênciaantifascista da época. Foi neste período (1958-1959) professor de Francês e de História na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça.
Em 1964, parte novamente para Moçambique, onde foi professor de Liceu, desenvolvendo uma intensa actividade anticolonialista o que lhe começa a causar problemas com a polícia política pela qual será, mais tarde, detido várias vezes. Entre 1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um símbolo da resistência democrática. Mantém contactos com a LUAR (Liga Unitária de Acção Revolucionária) e oPCP o que lhe custará várias detenções pela PIDE. Após a Revolução dos Cravos continua a cantar, grava o LP "Coro dos tribunais" e participa em numerosos "cantos livres" e nas campanhas de alfabetização promovidas pelo MFA. A sua intervenção política não pára, tornou-se um admirador do período do PREC e em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho na sua candidatura à presidência da república.
06 dezembro 2009
24 abril 2009
Ecos do Enxoé - Abril de 2009
23 janeiro 2009
É de fazer chorar as pedras da calçada
roubado daqui
19 janeiro 2009
Não somos nada
rá pá rá pá rá pára pari
mas tendo uma garrafa nunca mais se perde o pé …
rá pá rá pá rá pára pari
13 janeiro 2009
Xutos
31 dezembro 2008
22 novembro 2008
Carla Andréia
Quem não conseguiu ver o making off transmitido na semana passada por ainda estar indisposto melhor seria que tivesse ficado em casa a tirar as nódoas da relva, que dão uma trabalheira para sair que nem vos conto, mas felizmente agora já nem para isso há desculpa.
ps: há quem sugira que aquelas entrevistas que demos no concerto da comuna em 2007 seriam para esta série. será? E agora uma cerveja, por favor.
12 novembro 2008
Cheira-me a Pias
Letra e intérprete: PF, só podia.
21 fevereiro 2007
Nau dos Loucos

O que é um facto é que esta magnifica banda, que até há pouco tempo vivia no anonimato, é actualmente um ícone do espectro pop/rock/fado/circo/samba/hip hop de Queluz.
E realmente só quem nunca viu estes “3 mosqueteiros” a actuar é que poderá pôr em duvida estas palavras humildes mas sinceras. Saudinha é o que lhes desejo.
04 fevereiro 2007
Já não sei o que pensar. E vocês?
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Nave dos Loucos?! Não percebo nada. Afinal como é que se chama a banda da qual o nosso Paulinho faz parte?
25 janeiro 2007
Nau dos quê?!
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06 novembro 2006
Viva o nosso Paulinho

