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07 março 2011

Perdados e Achidos, no Fantas

O Reimão, ou seria a rainhapé?
Cartaz oficial do 31º Fantasporto



Passadeira vermelha, para as crianças não se perderem


Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh










16 outubro 2009

Sorry pelo copy/paste, mas não tive tempo para mais. De qualquer maneira, a homenagem tinha de ser obrigatóriamente feita neste blog.
"O mais revolucionário agrupamento de comédia do último quartel do século XX, os Monty Python, recebem um hoje BAFTA especial de carreira, pela sua inestimável contribuição à televisão e ao cinema.
O British Academy of Film and Television Arts (BAFTA), que atribui os prémios com o mesmo nome, irá atribuir hoje um galardão especial de carreira ao grupo de humoristas Monty Python, num evento especial em Nova Iorque que assinala o 40º aniversário do grupo. Todos os membros dos Python vivos estarão presentes:
John Cleese, Michael Palin, Terry Gilliam, Terry Jones e Eric Idle.
Durante o acontecimento, será apresentada uma nova versão do documentário «Monty Python: Almost the Truth», sub-entitulada «The Lawyer’s Cut», e o grupo participará numa sessão de perguntas e respostas, antes de receberem a distinção.
A festa, organizada pelo canal de televisão Independent Film Channel, celebrará os 40 anos decorridos desde a primeira transmissão da série «Monty Python's Flying Circus: Malucos do Circo», em 5 de Outubro de 1969, que revolucionaria o universo do humor. O grupo, constituído por seis membros (
Graham Chapman faleceu em 1989), também teve importantes êxitos cinematográficos, nomeadamente, «A Vida de Brian», «O Sentido da Vida» ou «Monty Python e o Cálice Sagrado»".

11 fevereiro 2009

Não há "PAI" para elas

Alguém afirmou: Ai ai...todas as casas deviam ter uma cave escura para revelar as fotografias....

06 fevereiro 2009

We'll always have Paris

Ardeu o Lido, lugar maior da cultura suburbana.

Ir ao cinema ao Lido era toda uma aventura.
Ia-se a pé, o que implicava atravessar a zona dos lelos e a ponte sob a ribeira de Carenque. Passar mais ou menos incólume possibilitava então chegar ao cinema.
A fauna do Lido era sui generis. Apesar de ainda não haver pipocas nos cinemas, havia sempre umas bombinhas de mau cheiro ou balões de água e sabe-se lá mais o quê, que eram lançados dos balcões para a plateia. Além disso havia sempre alguém conhecido na outra ponta da sala e era frequente a troca de bocas antes e durante o filme. Sem esquecer o verdadeiro ritual que era jogar a descobrir onde estava a publicidade x, no meio das dezenas de cartazes que ocupavam o ecrã antes das cortinas se abrirem.
Aquela sala era uma algazarra que só quem assistiu é que consegue ter ideia. No meio de tudo isto também se viam filmes. Vi lá a Pipi das meias altas (ui ui), a saga do Conan o bárbaro e Conan o destruidor (só faltou mesmo Conan o homem-rã), o ET, o Indiana Jones, o regresso de Jedi.

Anos depois, chegou o vídeo e começou o declínio do cinema Lido. Mas não do centro comercial em que aquilo entretanto se transformara. Era a época dourada do VHS vs Beta. Por incrível que hoje pareça, pagavam-se 10000$00 só para se ser sócio de um videoclube. E o videoclube do Lido dava cartas. Foi nesse videoclube que nunca consegui alugar o filme de culto Marathon, pois era tão cobiçado que nunca estava disponível, mas ainda não perdi a esperança de o ver.

O cinema ainda foi transformado durante muitos e bons anos na dancetaria Lido. Ultimamente restava apenas o Bar Ábacos como baluarte do são e abnegado convívio que o Lido sempre proporcionou. Felizmente o bairro de Janeiro mantém muitos bares onde é possível beber uma abaladiça a horas menos próprias, a um custo quase irrisório, atendendo à categoria do serviço disponibilizado.

Todavia, de agora em diante quem quiser voltar ao Lido terá que dizer tal como Rick disse à Ilsa: We'll always have Paris.

29 janeiro 2009

upa upa

*contém spoilers acerca de Vicky Cristina Barcelona *


Há uma Vicky muito cheia de convicções e de projectos.
Há uma Cristina que nem por isso.
Há Giulia y los Tellarini para descobrir.
Há o vinho tinto que deixa as meninas americanas malucas.
Há um Bardem que não perdoa.
Há Obiedo.
Há um gregório (inoportuno, como sempre).
Há uma Rebecca Hall que acaba por descobrir que anda a ser mal fodida por um yuppie.
Há o velho que tem sonhos húmidos com a Maria Elena.
Há uma Cristina boa como a Scarlett Johansonn.
Há a Penélope Cruz, mulher latina destrambolhada e com o pêlo na venta.
Há menáge à trois e há também Gaudi.
Há um Woody Allen do catano que teve tudo para filmar uma cena memorável.
Há uma quase citação do José Régio: Não sei por onde vou, / Não sei para onde vou / Sei que não vou por aí!