Mostrar mensagens com a etiqueta Culinária. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Culinária. Mostrar todas as mensagens

20 dezembro 2010

Olha o passarinho no restaurante.

Aqui estão algumas fotos daquele que já foi considerado por muitos como um jantar épico.


Eu disse épico, não disse é pico.




















15 novembro 2010

Bacalhau Asa Branca. Realidade ou mito?

Um bacalhau de qualidade é aquele que dá pelo nome de asa branca, assim conhecido porque se retirar a pele escura (o peritoneu) que cobre a barriga do peixe, o que torna as lascas visíveis. Antes, servia para distinguir o bacalhau importado (sem peritoneu) do pescado pelos portugueses. A fama de ser melhor vem da ideia de que o que era importado era bom. É uma classificação não prevista na lei, mas que continua a ser muito usada por quem compra e vende. Claro que há preconceitos. Na cura, a secagem ao sol não é necessariamente melhor do que a feita em estufas. Os puristas insistem na ideia de que o bom bacalhau é seco ao sol, por permitir uma secagem mais regular. Os industriais não partilham da opinião e defendem que o sol é eficaz no Outono, Inverno e Primavera. Durante esses períodos o bacalhau deve ser expostoao sol apenas até ao meio-dia, recolhido, e só voltar às armações de seca ao fim da tarde para o voltar a recolher antes de anoitecer. Ao sol, a cura demora 10 a 15 semanas. Na estufa, não é preciso esperar mais de cinco dias. A passagem do ar é contínua e a temperatura estável.

Mas há mais. Aqui vai disto:

Bacalhau Salgado Seco - Asa Branca

Resumo: O bacalhau seco Asa Branca é produzido a partir de bacalhau fresco capturado nas águas frias e despoluídas do Árctico e Atlântico Norte. Depois de decapitado, eviscerado, escalado e salgado é removida a serosa peritoreal evidenciando assim, os cuidados havidos com a sua preparação. Depois de um longo período de maturação, que exalta as suas propriedades gustativas, é seco, cuidadosamente, seleccionado e “personalizado” com a marca Riberalves. É embalado em caixas de madeira de 50 kg ou de cartão com 25 kg. Em função do mercado destinatário, é classificado de acordo com as regras Internacionais ou Nacionais. Também podemos apresentar este bacalhau de excepcional qualidade, cortado, em embalagens estanques de material plástico transparente, acondicionado em masters de cartão contendo 25kg.

Por fim:

Como comprar bacalhau?
Como reconhecer o bom bacalhau.

É importante saber diferenciar o bacalhau bom que permite cofecionar pratos saborosos das espécies congéneres impróprias para a culinária.
O método visual é suficiente e recomendado. Muito simplesmente basta verificar a cauda e as barbatanas dorsais.
Em Portugal o comerciante é obrigado a colocar informação visivel acerca da espécie de bacalhau que está vendendo. Para diferenciar, repare nas fotos em baixo.
Um último reparo. Bacalhau asa branca, é coisa que não existe na natureza. É simplesmente o mesmo bacalhau com o peritoneu ( pele escura na zona interior junto às guelras ) retirado. Esse facto não reflete qualquer qualidade extra nem deve justificar por si só um preço mais elevado. É um ardil comercial e nada mais.

20 dezembro 2008

coisas que se recebem por correio


«Caros Convivas:


Vimos por este meio solicitar a vossa presença no dia 20 de Dezembro, depois do dia 19 e antes do dia 21, pelas 20:00 h em ponto (quem não estiver à hora marcada é um ovo podre), no restaurante "o Paraíso", situado em Rio de Mouro Velho, quem não souber pergunte ao polícia de serviço, para o GRANDIOSO JANTAR DE NATAL DA IAQ.

Sem mais de momento

IDE PARA O CARALHO QUE VOS FODA !!!! »



09 dezembro 2008

Ò Óscar Alho... vai pr'ó caralho!

As propriedades saudáveis do alho devem-se a uns compostos sulfatados (derivados do enxofre), em particular a alicina (que se forma quando o alho é triturado), que ajudam a proteger a saúde cardiovascular.
Estes compostos ajudam a baixar a tensão arterial, dissolver as placas de colesterol e normalizar os níveis de açúcar no sangue. Até agora, acreditava-se que o melhor método para obter estes benefícios do alho era ingeri-lo na sua forma mais natural: cru.

14 julho 2007

Bolas de Berlim sob vigilância


"As bolas-de-berlim e outros produtos alimentares de venda ambulante nas praias são o próximo alvo da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), que promete fiscalizar as condições em que se vendem estes produtos por todas as praias do país durante este Verão. Decisão que assusta alguns vendedores que não cumprem as regras de higiene e segurança exigidas." Epá vão pró caralho. Eu sempre comi dessas bolas desde puto e nunca me aconteceu nada. Quem não se lembra dos idos anos 70 e 80 em que apanhávamos a camioneta nos 4 caminhos até à praia da Torre? Ou iamos à Amadora apanhar a camioneta para Belém, depois o barco para Cacilhas e iamos a pé até à praia de S.João? Isso é que eram tempos. Vêm agora estes gajos fiscalizar as bolas de Berlim! Vão fiscalizar mas é a cona da vossa mãe!

07 junho 2007

Caldo Verde

O caldo verde é uma sopa de couve portuguesa, tipicamente do norte de Portugal continental, mas muito divulgada por todo o país - é provavelmente a mais famosa sopa portuguesa. É uma sopa geralmente espessa e de cor predominantemente verde, uma vez que é feita com couve cortada às tiras bastante finas.
Ingredientes
650 gramas de batata farinhenta
250 gramas de
couve-galega cortada às tiras bastante finas (tipo caldo-verde)
1
cebola picada
2
colheres de sopa de azeite
2
litros de água
2 dentes de
alho picados
sal a gosto
algumas
rodelas de chouriço

Preparação
Numa panela funda refogue a cebola e o alho no azeite até dourarem. Após de fazer ferver os 2 litros de água com sal, juntam-se as batatas farinhentas cortadas em rodelas finas até desfazerem-se. O chouriço pode ser cozido juntamente com as batatas e a cebola para dar sabor, mas uma vez que estas terão que ser esmagadas, o chouriço deverá ser retirado.
Esmagam-se então as batatas, os dentes de alho e a cebola. É aconselhável utilizar uma
varinha mágica, mas também pode efectuado com o auxílio de um garfo.
Coloca-se então o
puré resultante novamente ao lume até levantar novamente fervura. Entretanto fazem-se as folhas das couves num rolo, apertam-se na mão e cortam-se em fios mais finos possível, lavam-se em duas ou três águas frias até a última água não ficar esverdeada. À hora de servir junta-se então a couve, só o tempo suficiente para a couve deixar de saber a cru - com a panela destapada para a couve ficar verde.

Curiosidades
É costume consumir caldo-verde depois da meia-noite, e em plena madrugada nas festas de passagem de ano;
Nas festividades dos
santos populares, o caldo-verde também é um dos pratos obrigatórios.

10 abril 2007

Cacholeira

É um enchido tratado por escaldão, constituído basicamente por fígado e outros orgãos internos e gorduras macias de porco da Raça Alentejana, adicionados de sal e, por vezes, alhos secos e cominhos. O invólucro é tripa natural seca, obtida exclusivamente do intestino delgado e do intestino grosso de porco. Apresenta-se em forma de ferradura, cilíndrico, apertado por torção e/ou atadura, com comprimento até 50 cm. Aspecto castanho escuro, acinzentado brilhante, consistência semi-mole, invólucro sem roturas e bem aderente à massa. Diâmetro de 30 a 50 mm. Ao corte oblíquo apresenta massa homogénea, perfeitamente ligada, de aspecto marmoreado, de cor castanha-acinzentada de diversas tonalidades. O sabor é agradável, suave ou delicado, pouco salgado, sui generis. Aroma agradável e sui generis. Gordura brilhante, aromática e de sabor agradável. Já em 1750, numa memória paroquial, estes produtos eram referidos. A Cacholeira Branca de Portalegre deve apresentar-se pré-embalada de origem, inteira, devendo a rotulagem, para além de cumprir a legislação em vigor, mencionar obrigatoriamente a Indicação Geográfica.

24 março 2007

Post dedicado ao "Panadinho"


Peito de Frango Panado no Forno
Ingredientes: Receita para 4 pessoas:8 peitos pequenos de frango, sem pele e osso8 a 12 colheres (sopa) de maionese1/2 colher (sopa) de sumo de limão2 colheres (sopa) de queijo ralado2 colheres (sopa) de salsa picada1 chávena de pão ralado1/4 colher (chá) de sal, pimenta e alho em pó
Preparação: Comece por ligar o forno à temperatura de 220ºC.Misture a maionese com o sumo de limão. À parte, misture o pão ralado com o queijo, o sal, a pimenta, o alho em pó e a salsa picada.Com um utensílio apropriado, achate os peitos de frango, de maneira a ficarem com uma espessura uniforme. Barre o topo de cada um com metade da maionese e polvilhe-os com pão ralado temperado. Coloque-os, lado a lado, num prato de ir ao forno com o lado panado para baixo.Barre a parte que ficou virada para cima com a restante maionese, depois polvilhe-os com o resto do pão ralado temperado, fazendo-o aderir bem com a ajuda de um garfo.Leve ao forno a cozer durante cerca de 12 minutos. Verifique o frango após 8 minutos, determinando assim o tempo exacto da cozedura. Isto para evitar que fiquem mal passados ou secos de mais.Sirva-os imediatamente numa travessa aquecida. Acompanhe com batatas assadas no forno.

12 fevereiro 2007

Favas à Natasha


Favas Guisadas Com Chouriço
Testada para 4 pessoas
Uma das mais tradicionais receitas de favas, é óptima, vale a pena experimentar.
Composição :
q.b. pimenta preta moída

q.b. sal

1 chouriço mouro
1 ramo(s) coentros
1 cebola(s)
1 colher (sopa) banha

1 chouriço de carne

1 dl azeite

100 gr bacon

4 kg favas

1º Compre as favas, descasque-as, e se por acaso o olho da fava for preto retire-o, pois é muito duro. 2º Lave as favas e coloque-as no tacho onde vão cozinhar. 3º Pique a cebola que deve ser gande, para cima das favas, tempere de sal, corte com a tesoura um ramo grande de coentros e ponha por cima, regue com o azeite, coloque a banha, salpique as favas com o colorau, tempere com pimenta moída na altura, corte o bacon em pedaços, o chouriço mouro e o chouriço de carne em rodelas e espalhe-os por cima das favas, deite um pouco de água. 4º Tape o recipiente, e deixe cozinhar muito lentamente, sacudindo o tacho de vez em quando. Não abra o tacho, enquanto as favas não estiverem cozidas. Caso seja necessário poderá juntar um pouco de água mas quente, nunca fria. 5º Logo que as favas estejam cozidas, rectifique os temperos, e servem-se num prato coberto, com os enchidos à volta, acompanhadas de uma boa salada de alface, temperada de azeite e vinagre e muitos coentros picados.

25 novembro 2006

A pedido da "Rita", cá vai disto



Bacalhau à Brás


Ingredientes:Para 4 pessoas
400 g de bacalhau ; 3 colheres de sopa de azeite ; 500 g de batatas ; 6 ovos ; 3 cebolas ; 1 dente de alho ; salsa ; sal ; pimenta ; óleo ; azeitonas pretas
Confecção:
Demolha-se o bacalhau como habitualmente, retira-se-lhe a pele e as espinhas e desfia-se com as mãos.Cortam-se as batatas em palha e as cebolas em rodelas finíssimas. Pica-se o alho.Fritam-se as batatas em óleo bem quente só até alourarem ligeiramente. Escorrem-se sobre papel absorvente.Entretanto, leva-se ao lume um tacho, de fundo espesso, com o azeite, a cebola e o alho e deixa-se refogar lentamente até cozer a cebola. Junta-se, nesta altura, o bacalhau desfiado e mexe-se com uma colher de madeira para que o bacalhau fique bem impregnado de gordura.Juntam-se as batatas ao bacalhau e com o tacho sobre o lume deitam-se os ovos ligeiramente batidos e temperados com sal e pimenta.Mexe-se com um garfo, e logo que os ovos estejam em creme, mas cozidos, retira-se imediatamente o tacho do lume e deita-se o bacalhau num prato ou travessa.Polvilha-se com salsa picada e serve-se bem quente, acompanhado com azeitonas pretas.

24 novembro 2006

Olhó Croquete


1/2 cebola média picada bem miudinha
2 c.s. óleo
300 g carne moída (exactamente esse peso!)
1 tomate sem pele, bem picadinho
3 c.s. cheias de farinha de trigo
2 gemas
3/4 de chá leite
salsa fresca picadinha
sal & pimenta a gosto
Para Panar
farinha de trigo
claras
farinha de rosca
óleo para fritar
Dourar a cebola no óleo, acrescentar a carne moída e refogar em fogo alto, mexendo sempre, até secar.
Juntar o tomate, temperar com sal & pimenta e deixar mais uns dois minutos no fogo.
Retirar e acrescentar a farinha e as gemas dissolvidas no leite frio. Mexer muito bem.
Voltar ao fogo, mexendo sempre até soltar do fundo da panela, colocar a salsa e retirar do fogo.
Deixe esfriar até conseguir manusear a massa. Modele os croquetes, passe na farinha de trigo, nas claras e na farinha de rosca.
Fritar em óleo quente somente alguns de cada vez.

A Lebre




A Lebre é um mamífero da família Leporidae, pertencente a um dos seguintes gêneros Lepus, Caprolagus ou Pronolagus Podendo-se locomover com grande velocidade, certas espécies de lebres podem atingir até 55 km/h.
A lebre geralmente é um
animal muito tímido, podendo viver em pares ou solitariamente.
As lebres européias mudam seu comportamento na
primavera, as quais podem ser vistas, ao longo do dia, correndo atrás de outras de sua espécie nas pradarias. Isto pode ser visto como uma disputa entre machos desta espécie afim de alcançarem a liderança, nessas disputas pode-se frequentemente ver lutas, um atingindo o outro com suas patas.
Mas uma observação mais detalhada revelou que geralmente é uma lebre
fêmea que acaba batendo em um macho, com o intuito de mostrar que ainda não está pronta para a reprodução ou simplesmente para mostrar a sua determinação.
A
dieta da lebre é muito similar à do coelho. Seus ninhos são constituídos por depressões rasas ou são áreas aplainadas na grama.