20 outubro 2012
23 fevereiro 2012
21 abril 2011
Dedicado a todos os meus amigos de esquerda.
Otelo: “Precisávamos de um homem com a inteligência do Salazar”
12 dezembro 2010
27 agosto 2010
18 junho 2010
Saramago fodeu-se.
Benfica apresenta condolências à família do prémio Nobel e sócio honorário do clube.
13 junho 2010
Devia ter morrido a 1o de Novembro de 1913

Álvaro Barreirinhas Cunhal (Coimbra, 10 de Novembro de 1913 — Lisboa, 13 de Junho de 2005) foi um político e escritor português, conhecido por ser um dos mais importantes resistentes ao Estado Novo, e ter dedicado a vida ao seu ideal comunista.
Regressou a Portugal cinco dias depois do 25 de Abril de 1974, OU SEJA, NÃO ESTAVA CÁ.
21 abril 2010
Ai estes comunas. Já não sabem o que dizer.
Ora, segundo o presidente, os homens não devem comer frangos criados de forma massiva em grandes centros de produção, uma vez que esses animais são “carregados de hormonas femininas”. Logo, "quando os homens comem as galinhas, têm desvios na forma como agem enquanto homens".
A par de uma alimentação rica em alimentos geneticamente modificados, assim se explica, segundo Morales, a existência de "tantos homossexuais na Europa e no Mundo".
A calvície, por sua vez, encontra a sua explicação no uso e abuso de recipientes de plástico para conservar os alimentos nas sociedades modernas. "A calvície parece ser uma doença normal na Europa, onde a maioria dos homens são carecas”, diz o presidente, citado pelo jornal "El Mundo". E continua: "Isso deve-se às coisas que eles comem. Os povos indígenas não são carecas, porque eles comem outras coisas".
20 abril 2010
14 abril 2010
16 março 2010
A PRIMEIRA BANDA DE ROCK AGRÍCOLA

Gabam-se de ser a primeira banda rock agrícola e são caso único a cantar em mirandês subsídios agrícolas e tractores com acordes do mais puro rock da pesada.
"Surrealistas" é dos epítetos com que já foram brindados o que mais agrada aos Pica Tumilho, cinco jovens mirandeses que há doze anos criaram uma banda em homenagem à agricultura.
Numa altura em que "a lavoura estás de rastos" e "os fundos da CEE foram bem (mal) gastos", dois engenheiros, um enfermeiro, um estudante e um professor querem mostrar que os rurais têm futuro e dar uma "alma nova à abandonada agricultura".
Dos cinco, apenas um permanece na terra, Sendim, no concelho de Miranda do Douro, mas garantem que, ao contrário de outros que saíram da região para trabalhar e estudar, "não somos daqueles que abandonam a agricultura".
Em pouco mais de um década já granjearam um clube de fãs- "Os Picanços"- embora ainda algo reduzido ao Nordeste Rural, e conseguiram transpor as fronteiras da região com concertos na Mealhada , Viseu, Leiria, Braga, Lamego e por aí fora.
Têm em bandas como os AC/DC as referências sonoras e nas samarras, bonés, jaquetas espalhadouras, motores de rega e outros instrumentos agrícolas a indumentária, uma mistura exótica que é imagem de marca do Pica Tumilho
Emílio é o criativo da banda que traduz em cómicas letras "o quotidiano e a essência do povo" exaltados na guitarra de Pedro, nas teclas de Bruno, na bateria de César e no baixo de Nicolau, com ainda a melodia da tradicional gaita de foles.
A mistura resulta num "hard rock etnográfico" registado já em dois CD com temas de crítica social aos projectos agrícolas e peripécias da lavoura.
As históricas que cantam têm como figura central um casal apaixonado, Florinda e Alfredo, símbolos do "amor agrícola à luz da candeia".
A história dos Pica Tumilho começou com um desafio lançado pela tia de um dos elementos para escreverem uma letra em mirandês para um festival regional, em que "arrecadaram todos os prémios".
Já cantavam a língua mirandesa antes mesmo de ser elevada à categoria de segunda oficial de Portugal e foram buscar o nome às raízes de uma prática ancestral agrícola de aproveitar plantas para fazer fertilizante.
"Não queremos ser só cómicos" garantem, assumindo-se como "músicos de intervenção" que encontraram numa fórmula antiga a melhor maneira de abordar coisas sérias: "à gargalhada".
Independentemente do repertório, a atenção do pública está garantida, seja pela surpresa de ver irromper entre a plateia um tractor, gigantes cabeças de burro insufláveis a erguerem-se no palco ou motores de rega a dispararem fogo de artificio.
"Ás vezes, podemos parar de cantar que nem notam", dizem eles, que ao contrário dos caprichos dos artistas famosos, pedem apenas para cada espectáculo o respectivo tractor e fardos de palha.
"Respiramos agricultura", insistem e é por isso que fazem do palco um quintal para interpretarem e representarem letras como "A Agricultura é a Minha Loucura" convictos de que "A Lavoura é Futuro".
Depois de uma sachola autografada, querem agora passar a brindar o público com uma generosa pipa de vinho, para a qual procuram ainda um patrocínio de uma cooperativa qualquer.
in Diário de Notícias | 15 de Março de 2010
07 março 2010
The Art of Stanley Kubrick
24 fevereiro 2010
Zéquinha
Fez ontem mais um ano que morreu o Zeca.
Zeca Afonso vai para Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano no Liceu D. João III. Em 1958, José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra". Grava também, mais tarde, "Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa" (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) se torna um dos símbolos de resistênciaantifascista da época. Foi neste período (1958-1959) professor de Francês e de História na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça.
Em 1964, parte novamente para Moçambique, onde foi professor de Liceu, desenvolvendo uma intensa actividade anticolonialista o que lhe começa a causar problemas com a polícia política pela qual será, mais tarde, detido várias vezes. Entre 1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um símbolo da resistência democrática. Mantém contactos com a LUAR (Liga Unitária de Acção Revolucionária) e oPCP o que lhe custará várias detenções pela PIDE. Após a Revolução dos Cravos continua a cantar, grava o LP "Coro dos tribunais" e participa em numerosos "cantos livres" e nas campanhas de alfabetização promovidas pelo MFA. A sua intervenção política não pára, tornou-se um admirador do período do PREC e em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho na sua candidatura à presidência da república.
02 dezembro 2009
Tiger Woods reconheceu ligação extraconjugal.

ESTA É A ESPOSA DE TIGER WOODS

24 outubro 2009
Pavilhão de Alvalade
“Tenho 47 anos, conheci o Zé Sá Fernandes na Avenida de Roma na zona do café Luanda, andávamos quase sempre juntos e éramos um grupo de, mais ou menos, 10 rapazes e raparigas. -Isto foi logo na época pós-25 de Abril, vivia-se o tempo das liambas, LSD, álcool (whiskies, gins, etc.). Nessas alturas fazíamos pequenos roubos (carros para passear, roupas de marca, discotecas) e havia rivalidades entre grupos.-Eu, o Zé Fernandes e o resto do grupo todo, participávamos, fumávamos drogas, tomávamos uns ácidos, grandes bebedeiras, e até ao fim da nossa juventude, foi assim quase diariamente. - A zona de Lisboa que mais frequentávamos era a Avenida de Roma, Praça de Londres, (Pastelaria mexicana, Vá-Vá, Café Roma, Café Sul-América); a liamba, o haxixe e os ácidos, eram comprados onde calhava, podendo ser na zona do Rossio e na zona do Camões. - Em 1977 eu e o Zé Fernandes e mais dois amigos, roubámos um carro na Avenida de Roma, que acabou mal, pois fomos presos, houve tiros; …tínhamos uma pistola de nove milímetros e um saco de liamba que ele tinha comprado não sei onde e o nosso destino era o Algarve com férias pagas pelo Sá Fernandes que iria vender a liamba a uns amigos do Algarve e com esse dinheiro pagaria as férias; só que a Polícia estragou tudo, fomos presos, houve feridos graves e acabamos na Judiciária e, depois, no EP do Linhó, como poderão confirmar”.
VÁRIOS FURTOS - Fizemos, também, vários furtos de carros e outras coisas entre Lisboa e Cascais, onde o Zé Fernandes esteve metido, mas tivemos a sorte de nunca termos sido agarrados. - O Zé Fernandes era mais velho do que nós e tinha mais contactos para comprar e vender a droga, portanto ele vendia aos amigos sempre que possível e o dinheiro era para curtir. As quantidades rondavam os 500 gramas a um quilo de liamba de cada vez. - Essas drogas eram vendidas a amigos nossos, dessa mesma faixa etária, que hoje são políticos, médicos, juízes, advogados, artistas, etc. De resto, o Zé Fernandes terá sido investigado pela PJ por tráfico de droga, mas conseguiu safar-se e a polícia nunca conseguiu provar nada contra ele, pois falava-se nos meios de rua e dos amigos que era ele que arranjava a droga. -Tivemos sorte.Para além do julgamento de 1977, pelo furto do carro e pelos tiros contra a polícia, não houve outros julgamentos. Mas há testemunhas sobre isso, que existem e se necessário direi quem são, pois não vale a pena estar a incomodar ninguém, nesta fase. Este texto foi extraído das declarações escritas de Jorge Coelho Sequeira Fragoso, que as rubricou e se dispõem a confirmá-las em qualquer outro lugar se alguém assim o desejar…"
(Fim de transcrição)
In www.sociocracia.blogspot.com/
16 outubro 2009

O British Academy of Film and Television Arts (BAFTA), que atribui os prémios com o mesmo nome, irá atribuir hoje um galardão especial de carreira ao grupo de humoristas Monty Python, num evento especial em Nova Iorque que assinala o 40º aniversário do grupo. Todos os membros dos Python vivos estarão presentes: John Cleese, Michael Palin, Terry Gilliam, Terry Jones e Eric Idle.
Durante o acontecimento, será apresentada uma nova versão do documentário «Monty Python: Almost the Truth», sub-entitulada «The Lawyer’s Cut», e o grupo participará numa sessão de perguntas e respostas, antes de receberem a distinção.
A festa, organizada pelo canal de televisão Independent Film Channel, celebrará os 40 anos decorridos desde a primeira transmissão da série «Monty Python's Flying Circus: Malucos do Circo», em 5 de Outubro de 1969, que revolucionaria o universo do humor. O grupo, constituído por seis membros (Graham Chapman faleceu em 1989), também teve importantes êxitos cinematográficos, nomeadamente, «A Vida de Brian», «O Sentido da Vida» ou «Monty Python e o Cálice Sagrado»".
01 outubro 2009
Dirce Migliaccio
P.S. – Será que tem alguma irmã?

24 setembro 2009
Falar Verdade
Não podia passar esta campanha eleitoral sem dar uns bitaites. Cá vai.
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Ter como slogan “falar verdade” além de arrogante é perigoso para quem não é uma pessoa virgem na política e muito menos isenta de incoerências e de demagogias.
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Quem cospe para o ar arrisca a que lhe caia em cima. Proponho-me de seguida a cuspir em cima da sra Leite que tem muitos telhados de vidro. Esta putativa senhora, economista liberal.
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Esta senhora esteve pela primeira vez no governo em 1987, como secretária de estado do Cavaco (calma que este também já leva) e desde aí já foi ministra e ministra e vice-primeiro-ministro.
Aumentou o iva. Assinou diplomas que previam a construção de 5 linhas de TGV. Mascarou o deficit público à custa de receitas extraordinárias. E agora é contra tudo isto. Onde está a verdade chô dona Leite?
Denuncia a asfixia democrática e defende o regime madeirense. É contra as duplas candidaturas e também tem candidatos simultâneos à AR e a câmaras municipais. É pela ética na política e candidata António Preto, que usa os expedientes conhecidos para fugir á justiça, além deão que parece comprar votos a 25 euros. . Onde está a verdade chô dona Leite?
Poderia também referir os pontapés na gramática da Sra., além das confusões que faz entre irs e irc ou entre milhares e milhões, que sem significarem muito a nível político mostram as confusões que vão naquela cabeça.
Pretende ser primeiro-ministro, baseada num programa tão vago e que mesmo assim não conhece.
O seu concorrente directo é o Sr. Sócrates que também é conhecido pelas suas pequenitas mentiras, logo à cabeça o aumento dos impostos, a não revogação do código do Félix e não referendar o tratado de Lisboa.
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Ambos são farinha do mesmo saco, o já anteriormente referido #& (#loco &entral).
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Felizmente o regime português é semi-presidencialista. E em Belém habita o presidente Cavaco, garante da estabilidade, isento nas suas manobras e que tem o interesse colectivo acima de tudo. Quer dizer, com estes últimos acontecimentos das escutas que a presidência da república suspeitava mas que fez com que fossem divulgadas em plena campanha eleitoral, 17 meses após as suspeitas, mas afinal não haviam escutas, era só a presidência a insinuar, quase parecendo que estava em sintonia com a asfixia referida pela Sra.Leite, mas parece que foi só um assessor é que andava a manobrar com o desconhecimento total do presidente Cavaco, ou seja um imbróglio do caraças que lança sérias suspeitas sobre a conduta do presidente Cavaco, homem que sempre gostou de cultivar uma imagem de político diferente, que não joga nos bastidores.
Ainda faltam dois dias para a campanha terminar e a ver vamos o que o presidente Cavaco ainda dirá sobre este gravíssimo caso, em que ou o governo ou a própria presidência agiram de maneira sacana. Agora a culpa ir para o bode expiatória do Lima é que cheira mal, cheira a Bibi. Talvez o Cavaco tenha apenas azar naqueles que o rodeiam, tal como já teve azar com o Oliveira e Costa ou com o Dias Loureiro. Cavaco, lembra-te, a família não se escolhe, mas os amigos sim escolhem-se. E nada como a amizade pura e desinteressada para ultrapassar os escolhos que se nos deparam.
.E a extrema-esquerda? Esses perigosos comedores de criancinhas (hum, que bom) que antes de o Cavaco ter feito merda estavam a dominar a campanha à conta das nacionalizações? Quem diria que em 2009 estaríamos a discutir nacionalizações como uma possibilidade real? Terá algo a ver com aquilo que o mercado capitalista, dito auto-regulado ou selvagem, defendido pelos liberais provocou? Pode ser que finalmente a esquerda consiga influenciar um governo mas os #& tudo farão para manter o status quo, glosando o Gattopardo, é preciso que tudo mude para que tudo continue na mesma.
E por agora é tudo e toca a comentar sobre o penalty do olhanense e quejandos.












